Segurança do Glifosato

Segurança do Glifosato

O que você realmente sabe sobre o glifosato?

Assista ao vídeo abaixo, que mostra alguns mitos existentes sobre o uso de herbicidas à base de glifosato na agricultura e esclarece algumas dúvidas sobre o produto.

A segurança dos nossos produtos é uma prioridade da Monsanto. Todos os usos de produtos registrados à base de glifosato são seguros para a saúde e o meio ambiente, o que é comprovado por um dos maiores bancos de dados científicos já compilados sobre um produto agrícola. Para estar no mercado, todo herbicida à base de glifosato precisa atender padrões rigorosos determinados por autoridades regulatórias, visando proteger a saúde humana, animal e o meio ambiente.

Essa base científica é apoiada também pelo amplo histórico de uso seguro do glifosato. Trata-se de um dos herbicidas mais usados no mundo, por mais de 40 anos e em mais de 160 países, sendo produzido e comercializado por diversas empresas.

Tudo isso leva os cientistas das agências regulatórias mais exigentes do mundo a concluir que o glifosato é um produto seguro para a saúde e o meio ambiente:

  1. O histórico de uso seguro e a literatura científica demonstram que o uso do glifosato é seguro para a saúde humana e animal e para o meio ambiente.
    1. O glifosato é um dos herbicidas mais usados no mundo, com um histórico de 40 anos de uso seguro em mais de 160 países, sendo produzido e comercializado por diversas empresas. Só no Brasil, mais de 50 empresas possuem registro para a comercialização do glifosato.
    2. Os mais de 800 estudos já realizados sobre a segurança do glifosato foram avaliados por agências regulatórias dos diversos países onde o produto é comercializado, considerando que o produto é seguro quando utilizado de acordo com as instruções do rótulo.
  2. A grande eficiência e o baixo risco fazem do glifosato um dos herbicidas mais utilizados no mundo.
    1. Suas características e seu amplo espectro de ação fazem do glifosato o principal herbicida utilizado no plantio direto na palha, permitindo à agricultura brasileira desenvolver uma prática que dispensa a movimentação do solo. O plantio direto é um sistema conservacionista que protege o solo contra a erosão e a perda de umidade, além de trazer vários outros benefícios.
    2. As lavouras transgênicas tolerantes ao glifosato facilitam o controle das plantas daninhas, evitando perdas de produtividade causadas por essas plantas indesejadas e racionalizando o uso de defensivos agrícolas.

[+] Sobre a classificação do glifosato pela Agência Internacional de Pesquisas sobre Câncer (Iarc)

Em relação à recente classificação do glifosato pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ressaltamos que:

  • Não há novas pesquisas que embasem a referida classificação. Cada um dos estudos considerados pela Iarc já havia sido anteriormente avaliado pelas agências regulatórias de todo o mundo. A avaliação mais recente foi concluída em janeiro, pelo governo alemão, em nome da União Europeia.
  • A Iarc não considerou dezenas de estudos científicos e avaliações de agências regulatórias de todo o mundo, que suportam a conclusão de que o glifosato não é um risco para a saúde humana.
  • A classificação da Iarc diverge do grande número de avaliações conduzidas, ao longo dos anos, por centenas de cientistas de diversos países, responsáveis por garantir a segurança da população.
  • A classificação da Iarc não estabelece nenhuma correlação entre o glifosato e um crescimento no número de casos de câncer.

Em resposta à classificação da Iarc, o órgão alemão de avaliação de riscos (BfR, na sigla em alemão), publicou no dia 23 de março uma nota em que afirma que a conclusão da Iarc "é uma surpresa, já que outras avaliações realizadas por órgãos supranacionais (...) concluíram o contrário, que o glifosato não é carcinogênico". O BfR, que acaba de realizar as análises de saúde humana do processo de reavaliação do glifosato pela União Europeia, esclarece que levou em conta todos os estudos avaliados pela Iarc, mas chegou à mesma conclusão da Assembleia Conjunta sobre Resíduos de Pesticidas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Mundial de Saúde (OMS): de que não há evidências de que o glifosato cause câncer.

[+] Sobre o posicionamento do Instituto Nacional de Câncer (Inca) acerca dos agrotóxicos

Em relação ao documento "Posicionamento do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva acerca dos agrotóxicos", divulgado no último dia 8 de abril, ressaltamos que:

  • Não se trata de um estudo científico. O documento do Inca não apresenta estudos científicos sobre a segurança dos defensivos agrícolas, nem cita bibliografia acadêmica que aponte para os riscos desses produtos. O posicionamento expressa uma opinião equivocada sobre a agricultura brasileira.
  • O posicionamento do Inca não explica, nem poderia explicar, a afirmação de que as sementes transgênicas poderiam causar o aumento do volume de defensivos agrícolas usados no Brasil. O crescimento nos volumes de defensivos agrícolas utilizados no Brasil nos últimos anos está relacionado ao aumento da pressão de pragas e doenças (como a ferrugem asiática e a lagarta Helicoverpa) na agricultura tropical; ao crescimento da produção na safra de inverno, que permite ao Brasil colher duas a três safras por ano na mesma terra; e à intensificação tecnológica nas lavouras brasileira, que resultou em um significativo aumento de produtividade. Dentro desse pacote tecnológico que está ampliando a produtividade da agricultura brasileira também estão as sementes transgênicas, que racionalizam o uso dos agroquímicos.
  • O glifosato não está banido em diversos países. Embora possa deixar o leitor em dúvida, o posicionamento do Inca não afirma que o glifosato é uma substância banida em diversos países. Pelo contrário, o glifosato é atualmente utilizado com segurança em mais de 160 países.

[+] Sobre o processo de reavaliação do glifosato pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

  • A Monsanto sempre esteve e estará à disposição para colaborar com a Anvisa no processo de reavaliação toxicológica dos produtos à base de glifosato atendendo todas as exigências e pedidos de informação da agência.
  • Segundo uma nota divulgada pela Anvisa à imprensa no último dia 7 de abril, "a conclusão da reavaliação do glifosato não foi considerada prioritária pela Anvisa, considerando-se que, ao contrário do que ocorreu com outros ingredientes ativos, a Fiocruz não indicou seu banimento".
  • Como parte do processo de reavaliação na União Europeia, o órgão alemão de avaliação de risco (BfR, na sigla em alemão) já se manifestou favoravelmente à continuidade de todos os usos registrados do glifosato na Europa.
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